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BBB é Mediocridade Coletiva

"Pessoas inteligentes falam de idéias, pessoas normais falam de coisas, pessoas medíocres falam de pessoas..."

No Big Brother, uma rede de televisão coloca pessoas comuns (e extremamente fúteis) juntas em uma casa, assim as pessoas medíocres podem assistir para ficar fazendo fofoca de uma forma coletiva...
Este programa é um insulto a inteligência do povo brasileiro.

Qual a importância do Big Brother?

Você sabe qual a última lei aprovada pelos vereadores em sua cidade?

Isso é importante!!

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Proposta para melhorar a compreensão política dos jovens

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio depende das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais."

Bertold Brecht

O texto acima expressa uma realidade atual, apesar de escrito há mais de quarenta anos. Uma infeliz e decisiva realidade, que gera uma estrutura de mentalidade sustentáculo das mazelas políticas não só do nosso país, mas de inúmeros outros. Prova desta afirmação é o desprezo e despreparo dos jovens de nossa nação no que se refere a assuntos político-governamentais. Tal ignorância não seria tão trágica se vivêssemos numa realidade sem a urgência da mudança. Mas esse fato não procede. Não é novidade que nossa estrutura política-administrativa é falha e apenas com a força das gerações emergentes, os jovens, se torna possível alterá-la de forma profunda e radical. Mas como fazê-lo se os responsáveis pelas mudanças não assumem seu lugar?

Para respondermos tal questão é preciso entender o que gera o conformismo da juventude. Como esse conformismo é inerente à mentalidade, buscamos nas maiores influências sobre os jovens as causas citadas. Encontramos dois pontos fundamentais na criação de uma pessoa em nossa sociedade: a tradição, que se reveste nos valores dos pais, avós ou o responsável mais direto pelo jovem, e o estilo de ensino dos colégios em que estuda durante a maior parte da vida acadêmica. O primeiro é determinado principalmente pelo passado e, por isso, em grande parte imutável, logo não nos prenderemos a ele. O segundo ponto é o que reflete os objetivos buscados e as habilidades fornecidas para essa busca.O ambiente colegial é onde ocorre a principal interação social dos jovens. É o lugar propício para o confronto de idéias e a conciliação de conflitos. É nesta instituição que crianças aprendem o que a sociedade espera delas. É o lugar ideal para o questionamento, pois ainda há tempo para se moldar novas concepções e valores já que, teoricamente, não há espaço para autoridades subjetivas com valores individuais. A escola é, ou deveria ser, imparcial. É por isso que vamos nos prender ao ensino colegial como instrumento que possibilite, que torne viável, uma mudança estrutural.

Se analisarmos as diretrizes escolares brasileiras encontraremos como principal objetivo a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres e com profunda responsabilidade para com seus pares. Mas é evidente que crianças aprendem mais com o que vêem do que com o que ouvem, e os exemplos mostrados a elas, aos quais elas também são forçadas a seguir, não é o citado no início do parágrafo. Nossos jovens são, hipocritamente, desmotivados a conhecer a fundo os assuntos que realmente permitiriam uma real cidadania. A grade curricular engloba assuntos não sem importância, mas, com certeza, fora de contexto. É muito mais razoável ensinar como o país funciona para depois permitir uma escolha sobre objetivos de vida do que fazer o contrário. Apesar disso, a maioria dos jovens termina o ensino médio com a única preocupação de entrar numa universidade ou arrumar um emprego, mas sem conhecer como funcionam as casas legislativas, o sistema previdenciário, tributário, as leis partidárias, a influência do executivo sobre o judiciário e legislativo, as regras eleitorais, os diversos sistemas políticos existentes, os meios de controle, cobrança e ingresso nas atividades governamentais, toda a estrutura político-administrativa brasileira com a profundidade correspondente à sua importância em nossas vidas. Não podemos esperar que pessoas que não sabem como exercer sua cidadania hajam como cidadãos.

PROPOSTA:

Essa era a resposta que procurávamos. O caminho para viabilizar mudanças passa pela qualificação de pessoas para realizar essas mudanças. O que propomos com esse texto é a inclusão, como disciplina colegial contínua, do ensino da estrutura político-administrativa do Brasil. O grau de profundidade do ensino e a idade ideal para iniciá-lo deixamos a cargo dos pedagogos, sociólogos, historiadores e outros profissionais mais capacitados a fazê-lo. Estes hão de concordar que essa iniciativa permitirá a diminuição do analfabetismo político tão criticado por Bertold Brecht, e incitará maior participação e, principalmente, questionamento por parte dos nossos jovens, nosso caminho para uma real mudança.

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Para nunca esquecer!

Dercy Gonçalves: 23 de junho de 1907 à 19 de julho de 2008 - 101 anos

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Negro do meu lado não!

A seguinte cena aconteceu em um vôo da British Airways entre Johannesburgo (África do Sul) e Londres:

"Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

'Qual o problema, senhora?' - perguntou a comissária.

'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira.'

'Por favor, acalme-se.' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.'

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.

'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe.'

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.'

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

'Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...' E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé."


Se você é contra o racismo, envie essa mensagem para o teu lado humano/racional, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa... Seu Novo Você.

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons."
(Martin Luther King)

Texto de Cecél Garcia

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Sobre o Blog

BLOG DO DIDO CARVALHO - Sejam todos bem vindos ao meu blog. Neste espaço escrevo um pouco sobre os meus pensamentos, meu caráter e o meu modo de enxergar o mundo... Welcome!

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